Categoría: ARTIGOS DE NADIR SILVEIRA DIAS
24 Octubre 2007
*Nadir Silveira Dias
Da alquimia dos ventos à alquimia dos alimentos, neste outubro de 2007 o Rio Grande do Sul esteve em festa por uma razão muito especial.
É que foi lançado aqui o 1° Congresso Mundial de Poetas del Mundo a ser realizado de 24 a 31 de maio de 2008, em Natal, capital do querido co-irmão Rio Grande do Norte.
Primeiro na Serra Gaúcha, em Bento Gonçalves, Capital Nacional do Vinho, do Vale dos Vinhedos, dos Vinhos de Montanha, dos Caminhos da Colônia, do Vale Trentino, dos Vinhos dos Altos Montes, dos seus Caminhos de Pedra, da Ferrovia do Vinho, da linda Pipa Pórtico, da Festa Nacional dos Vinhos da Brasil, da Arte, do Artesanato, dos costumes oriundos de diversas etnias, e da farta gastronomia colonial italiana, por ocasião do XV Congresso Brasileiro de Poesia.
Nesse evento Bento Gonçalves se transforma na Capital Brasileira da Poesia, pois para lá acorrem poetas, artistas e performancistas de vários estados-membros do país e do exterior. Estiveram presentes poetas, artistas, autores e atores de diversos municípios do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina, Pernambuco, São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, da linda Natal, e do Uruguai, México, Equador, Chile, República Dominicana, dentre inúmeros outros.
Além de lançamentos de livros, recitais, perfórmances em praças públicas, exposições de artes plásticas, récitas e declamações, palestras em escolas de primeiro e segundo grau, ocorrem também mesas-redondas envolvendo a discussão sobre as entidades culturais, seus percalços e suas ações.
O lançamento do 1° Congresso Mundial e Poetas del Mundo foi precedido de belíssimo recital no Palco da Sala Multiuso do SESC, entre inúmeras outras atividades no decorrer do XV Congresso Brasileiro de Poesia.
Depois foi a vez da Capital do Rio Grande do Sul também fazer o lançamento a ser realizado na querida Natal.
Assim, do coração da amada Porto Alegre, no tradicional Chalé da Praça XV, local freqüentado por poetas, artistas e intelectuais, foi recepcionado e lançado o 1° Congresso Mundial de Poetas del Mundo, com a presença de Poetas del Mundo do Rio Grande do Sul, entidades representativas da cultura, do ativismo e do associativismo lítero-cultural do Rio Grande do Sul.
Nos vários percursos e locais, o vistoso banner criado para o evento pelo renomado pintor e poeta Celito Medeiros.
Em todo esse périplo se fez presente a representação máxima das Américas, a acadêmica n° 120 da Sociedade Partenon Literário, fazendo Literatura e a sua História desde 18 de junho de 1868, Embaixadora para o Brasil e Sub-Secretária Geral para as Américas, Delasnieve Miranda Dáspet de Souza, juntamente com Nelson Souza, a quem saudamos a iniciativa e o vigor para estar presente nesse percurso de Pernambuco ao Rio Grande do Sul, em pouco mais de quinze dias, nos lançamentos e promoção do 1° Congresso Mundial de Poetas del Mundo, sob o lema: “Natal, um Mar de Poesia e Paz”.
Conte conosco, Rio Grande do Norte, querida Natal! Muito êxito!!!
Matéria composta para a Embaixadora para o Brasil e Sub-Secretária Geral para as Américas, Campo Grande, Mato Grosso do Sul, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil, em 21 de outubro de 2007 às 16h19min.
* Jurista, Escritor e Poeta – nadirsdias@yahoo.com.br
Cônsul do Estado do Rio Grande do Sul de Poetas del Mundo
Nadir Silveira Dias
Publicado no Recanto das Letras em 21/10/2007
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10 Junio 2007
* Nadir Silveira Dias
Estou de novo a lembrar de Luís Vaz de Camões (Lisboa ou Coimbra, 1517 ou cerca de 1524 – Lisboa, 10.06.1580), vulto maior da literatura da Renascença Portuguesa, que se salvou a nado de naufrágio no Mar da China, em frente ao Golfo de Tonquim, com o manuscrito de “Os Lusíadas”, já em adiantada fase na ocasião.
Exceto a sua maior obra lírica em epopéia clássica (1572) e pequenas peças em livros alheios, toda a sua produção foi postumamente publicada, entre ela, grande cópia de sonetos, canções, odes, elegias, éclogas, cartas e os três autos – “Anfitriões” (1587), “Filodemo” (1587), e “El-rei Seleuco” (1645), segundo bem se vê em Antônio Houaiss (Rio de Janeiro, RJ, 1915 – idem, 1999, in Pequeno Dicionário Enciclopédico Koogan Larousse, p. 1051, Larousse do Brasil, 1982, e Grande Enciclopédia Larousse Cultural, volume 5, p. 1089, Nova Cultural, 1999).
Para o 10 de junho, portanto, nada melhor do que homenagear o grande poeta clássico que antecipou o estilo barroco (vigente até em torno de 1760), evocando o cancioneiro português com uma de suas mais belas composições:
“UMA CASA PORTUGUESA
Numa casa portuguesa fica bem
pão e vinho sobre a mesa.
Quando à porta humildemente bate alguém,
senta-se à mesa co'a gente.
Fica bem essa franqueza, fica bem,
que o povo nunca a desmente.
A alegria da pobreza
está nesta grande riqueza
de dar, e ficar contente.
Quatro paredes caiadas,
um cheirinho á alecrim,
um cacho de uvas doiradas,
duas rosas num jardim,
um São José de azulejos
sob um sol de primavera,
uma promessa de beijos
dois braços à minha espera...
É uma casa portuguesa, com certeza!
É, com certeza, uma casa portuguesa!
No conforto pobrezinho do meu lar,
há fartura de carinho.
A cortina da janela e o luar,
mais o sol que gosta dela...
Basta pouco, poucochinho p'ra alegrar
uma existéncia singela...
É só amor, pão e vinho
e um caldo verde, verdinho
a fumegar na tijela.
Quatro paredes caiadas,
um cheirinho á alecrim,
um cacho de uvas doiradas,
duas rosas num jardim,
um São José de azulejos
sob um sol de primavera,
uma promessa de beijos
dois braços à minha espera...
É uma casa portuguesa, com certeza!
É, com certeza, uma casa portuguesa!”
“Uma Casa Portuguesa” é de autoria, letra e música, de A. Fonseca, R. Fonseca e V. Matos, e (uma das que mais gosto) interpretação de Adelia Pedrosa (in Lp Portugal com Amor, 40 sucessos inesquecíveis, Grupo Verde Vinho & Convidados: Terezinha Alves, Adelia Pedrosa, Maria de Lourdes, Sebastião Manuel com Manuel Marques à guitarra portuguesa – Estéreo p 1978 - 404.7117, gravado em 16 Canais nos Estúdios Sigla em Novembro de 1978).
Calhando a propósito, a capital do Rio Grande do Sul conta com a Casa de Portugal, situada na Rua João Pessoa, 579, Bairro Cidade Baixa, telefones: (051) 3224.2824 - 3224.7822, bem em frente ao Parque Farroupilha.
A Casa foi fundada em 16.12.1934 com a objetiva intenção de manter as tradições portuguesas. Está localizada praticamente junto ao centro de Porto Alegre e a sua Sede Social oferece dois salões de festas com capacidade para 250 pessoas cada um e muito bem fornido restaurante típico português.
No saite (http://www.geocities.com/casa_de_portugal/index.htm) podem ser obtidos maiores detalhes.
Salve 10 de junho, Camões, vinho, Portugal, Madeira, Açores!!!
* Escritor e Poeta – nadirsdias@yahoo.com.br
Nadir Silveira Dias
Publicado no Recanto das Letras em 10/06/2007
Código do texto: T520508
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31 Enero 2007
* Nadir Silveira Dias
Atento ao questionamento que fazem os amigos Mauro Testa e os demais integrantes de La Buhardilla, apresso-me em tentar responder com a isenção possível que o tema merece, reproduzindo as perguntas e respondendo-as a seguir:
1- ¿Existe la literatura light?, En ese caso, ¿cómo la definiría? Rasgos, características.
Literatura leve ou literatura lixo se opõe à literatura densa, literatura plena ou aquela que se opõe ao lixo, vale dizer literatura boa, literatura que presta, literatura que se aproveita, da qual não desejamos nos desfazer, não a queremos jogar no lixo. A literatura lixo, portanto, existe sim, ou não existe, dependendo tal conclusão apenas do âmbito de avaliação, da análise que desejarmos fazer sobre as letras que viermos a pôr sob o foco da nossa apreciação.
Sendo sabido que literatura corresponde pura e simplesmente às letras compostas de um certo jeito, antes de ser ciência, disciplina ou qualquer outro qualificativo que lhe venhamos a pôr, não será inoportuno afirmar que tudo que se expresse por letras será ou poderá ser literatura. Essa conclusão só depende da ótica de quem a vê, e do pensamento dominante na ocasião, da época em que é produzida, e da época em que é analisada. De qualquer modo, creio que vale a lembrança de que nada é definitivo: Rovílio Costa, premiado poeta e escritor brasileiro radicado em Porto Alegre tem oitenta e um (81) exemplares diferentes da Bíblia Católica, ao longo dos tempos.
Vale ainda, a propósito, relembrar que todas as épocas apresentam textos literários de todos os naipes que são considerados de maior, de menor, ou de valor algum para este ou para aquele âmbito de análise. Apesar disso, são estudados, lidos, traduzidos e/ou analisados. São produções da raça humana que não podem ser tidas por não existentes. Se valem ou não, para isto ou para aquilo, já será outro problema. Isso sem falar naquelas produções impressas nas cavernas, ou das rupestres, na parte externa dos rochedos, que o tempo, afinal, se encarregou de fazer não chegar a nós. Como aquelas da Pedra da Gávea, no Rio de Janeiro, possivelmente gravada pelos fenícios, segundo os especialistas, e não destruídas pela ação do tempo.
Essa temática sobre literatura que não seja literatura é antiga e em especial das revistas feitas para jovens e adolescentes, que se desdobram em temáticas de amor inocente ou de picantes enredos para iniciação sexual, estas últimas hoje de todo ultrapassadas. Mas também poderíamos incluir, se fosse o caso, os contos policiais, românticos, aventurescos, com belas mulheres que matam por qualquer coisa, caso sejam molestadas pelos bandidos.
Aliás, discute-se até se os livros de auto-ajuda ou os de magos são ou não são literatura. E aí temos que voltar ao início. Literatura, por extensão, é tudo que se escreve. Tecnicamente, será ou não. E aqui já cabe ou caberia outra pergunta: E se o tal texto escrito não for nenhum destes que os técnicos consideram como tal? Não haverá literatura no texto em questão? Não se poderá criar uma nova modalidade ainda não catalogada? A resposta me parece óbvia: Claro que poderá ser literatura sim. Até as epístolas se constituem em literatura. O que importa em qualquer coisa, afinal, é se presta ou não presta. Se serve ou não serve.
2- ¿Qué opinión le merece este género o categoría?
Todos os escritos que possam ser considerados como literatura leve ou literatura lixo por quem se dedique a catalogar os textos que leia, para mim serão exatamente o que forem: Ao destino para o qual servem: distrair, divertir, ler sem compromisso nenhum de aprendizado. Leitura de mero deleite ou de fantasia, tanto faz, se servirem, então não podem ser recriminados. A recriminação é parte de fase antecedente onde se instrui, direciona o estudante, o aprendiz para coisas que o mestre, professor, instrutor, pai ou mãe, considere de maior relevância e aí não vale apenar mandar. Tem que convencer pelo argumento, pela ciência demonstrada de que a que indica é melhor do que a outra que se indica evitar, reduzir, ou minimizar.
Para mim, procuro imprimir a tônica de que qualquer escrito deve conduzir a um resultado de aprendizado, sem desprezar um tanto de diletantismo, de recreio para o espírito. No entanto, sei, sabe-se, sabemos, da existência de autores que apenas trabalham para a distração dos leitores. E aí, parece-me, se não houver estrutura formada no indivíduo que lê, ela – obra produzida, literatura ou não – servirá para quê? Apenas para vantagem dos autores, editores, distribuidores, bancas e bancas, pois esta ‘literatura leve’ é ainda muito vendida, muito comprada por jovens e também por adultos.
Ao mesmo tempo em que não se compreende porque não são vencidos os óbices e as dificuldades para um melhor aprendizado, se compreende menos ainda como podem ser despendidos recursos para aquisição desses livros e revistas por quem, antes de se divertir ou distrair, tem é que aprender e trabalhar, caso não consiga bem estruturar o seu tempo para fazer todas essas coisas que se impõem ao indivíduo que vive em sociedade.
3- La lectura de este tipo de literatura, ¿puede estar relacionada con algún momento o circunstancia (por ejemplo: vacaciones, playa, estados depresivos, etc.)?
Pode sim, estar relacionada com as férias na praia, na serra, nos hotéis em região com neve, ou mesmo com estados depressivos, mas não necessariamente.
4- ¿Qué autores y/u obras incluiría en este género o categoría?
Os autores que produzem estes textos para revistas ou livros raramente tem nome ou expressão por si mesmos – na mídia – o que interessa, o que vende, é o título da revista, do livro, a linha editorial. As linhas editoriais estão cada vez mais setorizadas. Até mesmo as ditas revistas de ‘fofocas’ (chisme, paparrucha) já se apresentam ao menos em duas modalidades: Apenas com texto ou com imagem maior e texto mínimo. No entanto, se sobressaem autores de auto-ajuda, que tem um viés e marketing ou mercadejar próprios.
Com absoluta certeza, não terei adiantado muito sobre a temática proposta, mas terei minimamente contribuído para o desenvolvimento da proposição. Cumprimento aos leitores.
Artigo composto para La Buhardilla, Rosario, Argentina, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil, em 15 de janeiro de 2007 às 17h43min.
Publicado como entrevista (vertido para o espanhol por Mauro Testa) na edição n° 15 de La Buhardilla, em 30.01.2007.
Confira no saite http://www.venetorosario.org.ar/labuhardilla
Publicado no Recanto das Letras em 31/01/2007.
Código do texto: T364449.
* Jurista, Escritor e Poeta – nadirsdias@yahoo.com.br
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21 Enero 2007
* Nadir Silveira Dias

Vejam esta imagem: Cores vibrantes, sorrisos largos, contentamento, júbilo!
E agora em suas retinas o sorriso de Jorge Linhaça, Iara Pacini, Aurea Pinto de Miranda, JJota Gonçalves, Nadir Silveira Dias, Joyce Lima Krischke, Floreny Ribeiro, Paulo Monti, Ieda Cavalheiro e Eloísa Porazza, juntamente com Milton Pantaleão (que precisou ausentar-se antes da foto) são os fundadores da primeira Confraria de Poetas del Mundo!
Pois foi bem assim: No Paralelo 30, aproximava-se a hora do Angelus neste 19 de janeiro de 2007. Para uma hora antes estava marcada a reunião que definiria os rumos desse conjunto, dessa unidade de valores reunidos para congregar, para reunir, para fomentar e agregar ainda mais valores a esta idéia que é plasmar no mundo a vertente diária da não-violência, da solidariedade, da paz, da preservação da vida no Planeta, de preservar a vida na nossa própria casa – esta nave sideral que habitamos, ekos, no grego! Justamente de onde derivada, gestada, gerada, a moderna ecologia: O estudo, o cuidado, a preservação da casa, da nossa casa, do mundo onde nascemos e vivemos!
E isso de um modo ou outro sempre foi feito pelos poetas, pelos escritores, pelos pensadores, pelas pessoas que souberam e sabem que o homem não vive, que sabem que o homem não sobreviverá sem o meio ambiente!
Por isso mesmo nasce a Confraria Poetas del Mundo Rio Grande do Sul, primeira a partir do universo operativo criado em 14 de outubro de 2005 – o Movimiento Poetas del Mundo que conta – quinze meses depois – com 1965 poetas e presença em mais de 127 países. Para tornar mais palpável e mais efetiva esta idéia de proximidade produtiva que encanta a todos quantos desejam trabalhar em prol de uma vida mais digna, de uma vida mais compartilhada com o bom e o certo para todos nós.
E em nada inovamos. Repetimos o já fizeram tantos outros porque acreditamos nós – Poetas del Mundo – homens e mulheres – que o mundo pode vir a ser melhor, apesar das mazelas, dos achaques diários vindos de todos os lados, dos desgovernos, da tirania e da opressão que ainda se vê no mundo, no plano político, econômico ou administrativo, reduzindo o bom a mau e o mau até o ponto de ser considerado bom, em completa inversão de valores que a todos condena pelo caos que gera nas mentes e conseqüentemente nas ações individuais que fazem um todo geralmente condenável.
No âmbito de sua territorialidade, a Confraria objetiva em síntese, reunir, congregar, fomentar, acrescer, difundir os postulados do Movimiento Poetas del Mundo e para o plano externo servir de referencial, apoio logístico ou estratégico informativo para qualquer Poeta del Mundo em trânsito pela região para os ideais do movimento, no limite de suas possibilidades.
O sorriso dos fundadores da Confraria Poetas del Mundo Rio Grande do Sul nas retinas dos Poetas del Mundo são ou poderão ser os faróis a iluminar os caminhos de todos quantos transitem por aqui! Não se perca deles, você amanhã poderá fazer o mesmo em sua cidade, em seu estado, no seu país!
Matéria composta para a Embaixadora para o Brasil, Campo Grande, Mato Grosso do Sul, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil, em 20 de janeiro de 2007 às 03h45min.
* Jurista, Escritor e Poeta – nadirsdias@yahoo.com.br
Nadir Silveira Dias
Publicado no Recanto das Letras em 20/01/2007
Código do texto: T353245
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23 Octubre 2006
Poesia é Luz! Direito é Caminho! Palavra é Poder!
Com alegria e fraternidade, abro mais este canal de comunicação com o mundo da Poesia, do Direito, da Palavra, das Artes, da Literatura, do Conhecimento e do Saber, gráfico ou não, comum do povo, o folclore, as tradições.
O que é regional é também universal. Por isso, canto a minha Terra, canto o meu chão! Canto também o torrão alheio, a Terra que me acolha, para onde quer que vá! Sem ferir a ninguém sou livre e soberano para expressar o que tenha conseguido aprender nesta belíssima vida de constante aprendizado.
Dou-me por bem-vindo e saúdo a todos que vejam esta página.
Alegria! Alegria! Prezados Amigos Novos!
Nadir Silveira Dias
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